Desejos – “Disto e Daquilo” – Paulo Taful

Viva caros leitores!

Depois de algum tempo de ausência, que se deve ao facto de ter lançado mais um livro, o quinto, “Celebrando a Vida”, que me ajudou a comemorar os meus 50 anos de vida e os 35 de carreira artística, cá estou!

Como ainda vamos no segundo mês do ano e mais de dez meses nos esperam até que 2019 chegue ao seu terminus, vou ainda a tempo de vos desejar um ano de coisas boas e que a felicidade encha todos os dias a nossa vida.

Quando o ano termina costumamos tentar “deitar fora” tudo o que nos apoquentou e tornou menos bem dispostos. Fazemos balanços, enumeramos o que não queremos voltar a fazer, reflectimos nos erros, prometemos a nós mesmos me lhorar no ano que vem.

Depois da meia noite do dia 31 de dezembro e junto com as doze passas que se costuma mastigar em clima de grande festa, os desejos acontecem.

Por norma o primeiro é a saúde. Se dependesse de cada um de nós, os hospitais poderiam fechar, os médicos seriam os próximos nas listas de desempregados.

Depois vem o “desejo” de amoe. Não chegariam as horas do dia para tantos casamentos, as igrejas seriam poucas para ser possível casar tanta gente com “desejos de amor”.

E por último (senão em primeiro)

O dinheiro!

Desejamos todos ter dinheiro, seriamos um planeta de gente rica!

Os oceanos cheios de iates, as costas marítimas dos países estariam povoadas de “Hoteis 7 estrelas luxo” completamente esgptados, todos seriamos ricos, ninguém trabalhava e o dinheiro cairía do céu por milagre.

Pois é… Desejos!

Então e agora que já passaram quase dois meses do início do ano, alguém já se tornou melhor?

Estamos mais ricos?

Com mais saúde?

Não estamos!

Por norma, quando já passaram quase dois meses do início do ano, todos caímos nos mesmos erros do ano passado.

Já reparámos que a saúde é a mesma, senão pior e os desejos que tanto desejámos… ainda não se realizaram.

Tudo isto é próprio do ser humano, é a vontade de ter esperança que deve alimentar o nosso dia a dia e nos fazer caminharrumo ao que mais desejamos.

O importante é não perder a coragem e o estímulo. Olhar os nossos dias como quem olha a “máquina do Euromilhões”… com esperança e expectativa.

Não desista de pensar sempre acima da média, pois a realidade é sempre bem diferente. Ter sempre em mente o que mais desejamos e caminhar nesse sentido.

Acreditar que todos os dias podem ser preenchidos com mais uns passos rumo ao que acreditamos ser o mais importante para cada um de nós.

Mais importante é termos a capacidade de “nos vermos” e julgarmo-nos nos nossos atos e acções. Fazemos os possíveis e os impossíveis para sermos pessoas melhores.

Acredito que assim, na próxima passagem de ano, não vamos precisar de enumerar os nossos desejos, porque… sabemos que tudo pode acontecer se deixarmos que comece dentro de nós.

Com mais aceitação, consciência e conhecimento!

Até breve!

Paulo Taful

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